Guerra

das

Moedas

e a Partidocracia

Sérgio Augusto Pereira de Borja

Guerra das Moedas e a Partidocracia conta a realidade do processo de expansão e exportação inflacionária no dólar emitido pelos americanos sem lastro ouro e de forma fiduciária, dominando uma placa tectônica monetária de mais de 70% sobre os negócios internacionais e sua coexistência com as demais moedas mundiais e seus efeitos, notadamente na inteiração com o renmimbi ou yuan chinês e a placa do Euro, e seus efeitos que colocam os demais países entre o mar e o rochedo, sobre a influência dos dumpings monetário e social oriundo da China e os processos interativos descritos nas equações de Robert Triffin, no paradoxo do dólar; Robert Mundell, em seu trabalho sobre áreas monetárias favoráveis e seus conceitos de simetria e assimetria; e as equações de Raul Prebisch quando da CEPAL que expressava o conceito CENTRO e seus efeitos na PERIFERIA. 

O trabalho do pioneiro no mundo em utilizar a expressão cunhada como Guerra das Moedas ou Currency War, em 15.07.1998, no Jornal do Comércio, em sua coluna de opinião, traz cronologicamente, uma série de artigos publicados na época respetiva fazendo a apreciação da política momentânea do   Banco Central Brasileiro, em vários períodos, de FHC, Lula e Dilma, que deveria ter uma política de estado, manifestando, no entanto,  sua política de governo influenciado por ideologias de momento e hegemonias políticas oriundas e eventuais maiorias distorcendo uma necessária política de Estado e independência do Banco Central Brasileiro para enfrentar as flutuações dos mercados internacionais com um norte seguro para o Povo e a Nação Brasileira. 

Em anexo são adicionados dois resumos dos trabalhos posteriores de Hongbing Song, de 2007, traduzido do francês La Guerre des Monnaies e também Currency Wars de 2014 de autoria de James Rickards.  O autor sugere uma abordagem rica do processo analógico preconizado ficcionalmente por Hermann Hesse, em seu Jogo dos Avelórios e ainda, de forma multidisciplinar, um lastro na teoria dos sistemas de Ludwig von Bertalanffy. 

O autor

Sérgio Borja ou Sérgio Augusto Pereira de Borja é atualmente professor universitário  aposentado das  Universidades do Rio Grande do Sul, UNISINOS, PUCRS e UFRGS onde ingressou por concurso público de provas e títulos tendo trabalhado  por longos 35 anos no Magistério Jurídico lecionando Direito Constitucional, Ciência Política, Teoria Geral do Estado e Relações Internacionais entre outras disciplinas. Sérgio Borja além de escrever poesia e livros de direito e ciência política escreve e colabora em vários jornais nacionais participando de programas de debates e entrevistas no rádio e na televisão. Foi presidente da Academia Rio-Grandense de Letras onde ocupa a cadeira nº 22 desde 12 de abril de 2004. Recebeu a Comenda Osvaldo Vergara distinção honorífica concedida pela OAB RS, em sessão solene, no dia 12.08.2005. Recebeu o Troféu Obirici no ano de 2007 e em sequência no ano de 2011. Conferencista e Palestrante Emérito no território do Mercosul, EUA, onde em Connecticut apresentou a Lecture sobre Treaty Make Power no Sistema Mercosulenho. Foi agraciado com a distinção e o diploma de Colaborador Emérito do Mercosul em dezembro de 1997 pela Comissão do Mercosul da Assembleia Legislativa do RGS. Tem autuado numa advocacia pública, em defesa pública, tendo impetrado impeachments e ações populares, contra Collor, em que foi o primeiro, contra Lula, Dilma e Palocci, entre outros ministros. Foi Ministro de Relações Exteriores do GORGS no período da administração do Grão Mestre Milton Silva e ainda na administração do Juracy Vilela ocupando o mesmo cargo do fundador da Faculdade de Direito da UFRGS, o antigo diretor fundador, desembargador, professor Manoel André da Rocha. Detentor da Ordem do Mérito Maçonico. Recebeu a Medalha Amigo da Marinha em solenidade realizada na Capitania dos Portos através do Comandante do 5° Distrito Naval Contra Almirante Victor Cardoso Gomes. Tem um blog no endereço  http://www.sergioborja.com.br