Divagações de Dona Cris

Ana Cristina Silveira, na obra intitulada “Divagações de Dona Cris”, expressa por meio da escrita, seus anseios, suas inquietações e divagações mais íntimas, e este livro é um breve recorte de seus muitos pensamentos, desabafos e devaneios poéticos. Suas palavras nos convidam a adentrar em seus vividos, nos quais nos depararemos com solidão, inquietações, amores e resiliência.  

Ela traz suas percepções do mundo, do outro, da vida, e que muitas vezes também são nossas, de quem as lê e se identificam com o momento, com o sentir, com o doer.

 

São inspirações, temores e sensações, das quais encontrarão aqui, as mais profundas e complexas angústias, até as mais simples e leves observações do cotidiano. Todas expressas através das lentes de Dona Cris, em sua tentativa de tornar legível ao mundo exterior, aquilo no qual só é compreendido por ela.

 

A frase é de Caio, mas poderia ser de Cris: “Continuo a pensar que, quando tudo parece sem saída, sempre se pode cantar. Por essa razão escrevo.” Caio Fernando Abreu

 

 

Por Nathália Silveira Corrêa | Primeira filha, e a maior crítica de sua mãe.

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